09 junho, 2009

Eles são bonzinhos...

06 junho, 2009

Simplesmente hilário


Sylvester Stallone e Robert de Niro...

02 junho, 2009

Mais cerveja: "Baden Baden"

Sendo o tema do blog, creio que é muito pouco explorado por aqui, por isso, resolvi falar um pouco sobre ela. Na verdade, sobre uma marca em especial. Baden Baden é o nome. Cervejaria de Campos do Jordão, aberta por amantes de boa cerveja. Está entre as melhores que pude beber (só bebi cerveja no Brasil, ser pobre é foda). Vale a pena, cerveja com sabor marcante e aparência muito agradabilíssima (valeu, pai). Pude experimentar a Stout e a Red Ale, ambas maravilhosas. A marca possui diversos outros tipos, chamados de Regulares e alguns chamados Sazonais. Comparo a Stout da Baden Baden a igualmente maravilhosa Guinness (novamente, só bebi a que se vende no Brasil, de acordo com um grande amigo que morou na Alemanha, a de lá é muito melhor). Resumindo, comprem, é meio caro, mas vale a pena.


Olha o prêmio que a moça ganhou.

Obs.: A Cervejaria Schincariol comprou a Baden Baden, mas não se aflijam. Nova Schin é ruim para atender ao público alvo ao qual se destina. Eles não vão praticar nenhum sacrilégio.

Obs2.: Baden Baden é uma região da Alemanha.

Eu, Zumbi - que agora vai se chamar: Vida de Zumbi. (7ª parte)

Daniel estava completamente bêbado. Na verdade para descrever seu grau alcoólico, “completamente” era uma palavra branda. Marcos bebera bastante, mas algumas cervejas para um “morti viventi” apenas o deixavam ligeiramente embriagado. James se aproximou da mesa e ofereceu o bar para que os dois dormissem, sendo prontamente não aceito por Daniel:
- Não, meu camarada... Brigado, maish eu vô pra otro lugá... Meu amigão aqui me achuda, né não, Marcos?
- Pode crer, Daniel... Deixa quieto, James, eu levo ele pra casa.
Daniel levantou-se e acompanhou James até meio caminho do balcão:
- Tu sabe onde ele mora? – sussurrou Daniel.
- Não... Nunca me disse. Ele quem sempre apareceu aqui. – respondeu James com um sotaque irlandês proeminente.
- Espero que ele me diga... Vamos nessa, Daniel?! Quanto eu te devo?
- Nada... Bons amigos do Daniel são meus bons amigos. Venha quando quiser, Irish Bison é a nossa casa. – e com um forte tapa nas costas, despediu-se de Marcos.
Se aproximando da mesa, notou que Daniel bebia do último copo, vazio:
- Vamos lá, seu bebaça...
- Neim a saidera?
- Mais uma? Vambora, Daniel....
E saíram os dois... O bêbado semi-escorado no quase sóbrio, foram caminhando pela rua quase vazia. As poucas pessoas que ainda estavam fora se encaminhavam para suas casas, muitos bêbados. Era madrugada e uma fina garoa marcava a calçada. À medida que caminhavam, pequenas gotículas de água se formavam sobre seus casacos e Marcos se viu perdido em seus pensamentos, ainda tentando imaginar algo mais estranho do que seu dia. Ouviu um soluço baixo vindo de Daniel e pensou – “que ótimo, soluçando agora”

Obs.: Retomando de onde parei... Peço perdão a Isaac Asimov por copiar o nome anteriormente.

16 abril, 2009

Tempo

Boa noite. Tempo e' algo maldito (Mac's tamb'em, como pontuo corretamente nessa bosta?) e esta' meio escasso. Mas isso vai mudar. Finalmente consegui me transferir e vou deixar de passar 3 horas na estrada. Daqui a algum "tempo" prometo resenhas dos shows do KISS e Motorhead. Ate' a pro'xima (maldito MAC)...

De volta \o/

15 março, 2009

Deep Purple - Florianópolis

5 de março de 2009, um dia que ficará marcado na história dessa pobre alma mortal. Pela terceira vez, fui a um show de rock. Deixe-me explicar, anteriormente, apenas festivais faziam parte do meu currículo, além de shows do Credence Clearwater Revisited e Nazareth. Monsters os rock e Rock in Rio (que Odin os tenha) foram marcantes. Bem, sendo a primeira vez, não sabia exatamente o que aconteceria com relação a horários. Recebi a informação que o show começaria as 22:30hs. Como aconteceria o show da banda Immigrant antes, boa banda de covers, não fiz questão de correr, procurando com calma um lugar pra estacionar e um posto pra comprar cerva. Compramos a primeira e fomos em direção ao Floripa Music Hall, lugar bem promissor para produção de shows de médio porte. Uma vez em frente ao lugar, a cerva acabou, voltei ao posto para comprar mais duas (precaução). Eram 22:20 quando chegamos novamente em frente ao local, onde, calmamente, bebia minha segunda cerva. O som que rolava parou e peruntei pra um dos funcionários quando o show começaria e ele confirmou o horário de 22:30hs para o Deep Purple. Mas, peraí? E a Immigrant? Já tinha tocado... Putz! Bebi os 600ml reastantes das cervas em um espaço bem reduzido de tempo (aproximadamente 30 segundos) e partimos para entrar (nesse ponto consegui irritar minha mulher, como acontece muitas vezes) e, enquanto adentrávamos o recinto, ouvimos os primeiros acordes de Highway Star...
Não sou muito velho, nasci no ano do lançamento do primeiro long play do Iron Maiden, mas Deep Purple foi uma banda que fez parte de minha história. Além de Bill Ward, Ian Paice foi um dos grandes motivos pra que eu escolhesse a bateria como instrumento musical. Continuando, fomos abrindo caminho em meio à platéia para conseguir uma boa localização, enquanto aquela maestria musical rolava. Alguns segundos depois, não consegui parar de "bater cabeça" (como todo bom headbanger). A emoção foi absurda. Não achei que aconteceria dessa forma. Minha mente trabalhou contra mim, pois costumo ser mau humorado, fleumático e, muitas vezes, visceralmente rude... Mas naquela noite, não conseguia parar de sorrir...
Highway Star foi só o início do massacre. Strange Kind of Woman, Rapture, Perfect Strangers, Hush, Smoke on the Water, Space Truckin e Black Night completaram o setlist (será que esqueci alguma?). O instrumental estava impecável, tanto por parte dos músicos, quanto do local, ficando o pecado consumado apenas no vocal, muito baixo com relação aos outros e com um Ian Gillan visivelmente cansado (falou-se de uma gripe). Todos os músicos estavam extremamente carismáticos, sendo os "frontmen" Steve Morse e Roger Glover os mais enfáticos nesse quesito. Todos tiveram seus momentos e o modo como o palco foi concebido, valorizou ainda mais os solos majestosos de Ian Paice e Don Ayrie, este último um grande músico (não o conhecia), variando seu solo entre progressivo exacerbado, à lá ELP, e clássicos do piano. Ian Paice nem vou comentar... A interação entre Glover e Morse com o público foi maravilhosa, tendo momentos de resposta e grandes sorrisos por parte dos dois. Gillan brincou, cumprimentou e ainda, em alguns momentos, fez uso de um óculos verde (algum aparato de carnaval, acredito eu, maldita terra de ziriguidum).
No resumo geral, o show foi curto, porém maravilhosamente sonoro e carismático. Na minha humilde opinião, um dos melhores que já pude ver e ouvir. Agora vou continuar torcendo para que os shows não passem voando por sobre Florianópolis, como é de praxe. E viva o rock´n roll!

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C'est la vie

Garanto que ninguém nem notou que eu saí dessa josta. Isso é bom, vou voltar a postar, senão não anda mais. Nada como um ritual necromante e uma alma semi-possuída pra levantar o ânimo. Vou voltar a escrever e beber ainda mais. Kill em all...