Gente, eu não ando conseguindo encurtar as histórias... Lamento, mas se eu corto, vai ficar parecendo que falta algo, como os espisódios do Chaves, no SBT. Então, algumas sugestões:
1- Façam vocês suas partes, leiam um pedaço, depois leiam outro...
2- Copiem, imprimam e leiam no papel, que é muito melhor...
3- Não leiam, afinal, é só mais uma porcaria escrita por um zé ninguém da internet.
4- Tomem uma cerva bem gelada.
No mais, espero que gostem dessas coisas e peço de novo, dêem suas opiniões. Essa postagem é por conta de um anônimo que tinha me dito isso (que eu escrevo coisas grandes). Queria saber se realmente alguém visita esse blog (além dos meus amigos) pois não confio nesse contador aí do lado. No mais, valeu pela turma que visita!!!
Até
19 janeiro, 2007
Cria de Satã? (Eu, zumbi! - 4ª parte)
Marcos correu. O máximo que pôde. As sirenes diminuíram de volume e as ruas ficaram mais escuras. Ele conhecia o lugar e sabia que havia uma espécie de pub barra pesada ali perto. Se dirigiu pra lá, com o intuito de se esconder. Chegando lá, num lugar de nome bem esquisito, entrou, passou pelas mesas de sinuca e foi direto ao bar. Pegou uma das carteiras, a carteira de Mauro “infeliz, desgraçado”, sacou uma nota de 50 e pediu vodka:
- A garrafa...
- Tá bom, mas se ficar bêbado ninguém aqui vai te levar pra casa.
Pôs-se a beber, pensando no que acontecera:
- Você ta fedendo, guri...
Ouviu isso do sujeito ao seu lado, mas não o conhecia. Ele poderia estar falando com outra pessoa, afinal, o bar estava cheio. Continuou com a vodka:
- Não é todo dia que surge alguém cheirando a sangue e tripas... Aliás, tem cérebro no teu sapato...
- Tá falando com quem, amigo?
- Tô falando contigo e não sou teu amigo... – continuou o sujeito, com ar de superioridade. Ele tinha uma aparência esguia e muito atraente, mesmo para um homem. Bebia uma cerveja irlandesa, enquanto bebericava um conhaque. Mas, como ele poderia saber? Tantos cheiros, tudo escuro... Como encarar isso?:
- Você ta enganado...
- Sim, e você não ta morto.
- O que você quer de mim?
- Nada, só puxar papo... Não é sempre encontro um morto-vivo ensangüentado tomando uma garrafa de vodka.
- C-como assim? Você é maluco?
- Bem, se tu não ta afim de conversar...
- Mas como você sabe?
- É difícil de explicar, mas eu sei várias coisas...
- E tu sabe como isso acontece?
- Sei o trivial... Asteróide estranho bate na Terra, lixo tóxico do exército, macaco das florestas da Nova Zelândia... Tu não sabe como ficou assim?
Aquela conversa alucinava a mente de Marcos cada vez mais. Acabara de levantar do túmulo, matar três pessoas e tinha encontrado o sujeito mais nonsense da face da Terra:
- Então ta, se não quer falar...
- N-não, calma aí... Eu ainda estou digerindo isso tudo. Cara, em menos de duas horas várias coisas bizarras aconteceram comigo... Puta que pariu... – levou a mão a cabeça e tomou uma golada de vodka:
- Ah, eu sei como..... BLAM!!!
Subitamente, irrompe porta adentro um homem forte, com uma cruz de metal pendurada no pescoço, uma máscara de esqui e uma escopeta calibre 12:
- Onde está ele??? Onde está a cria de Satã???
O barman, imediatamente, sacou de uma pistola sob o balcão e atirou contra o homem. O tiro atravessou-lhe o braço direito e fazendo-o recuar dois passos. Porém, isso não o fez parar e disparou no barman, espalhando sua cabeça por todo o bar:
- ONDE ESTÁ VOCÊ, DEMÔNIO!!!
“Meu Deus!!” – pensou Marcos – “Será que sou eu?!?! O que eu vou fazer!!!???”:
- Ah, por favor, até aqui??? – o sujeito que estava ao seu lado, levantou-se e partiu em direção do atacante:
- Vá se foder, desgraçado!!! Você e sua religião maldita!!! Você quer demônios? Que tal esse?
Nenhum movimento foi feito. O tempo parecia parado. As pessoas dentro do bar estavam completamente atônitas, somente Marcos parecia se mover. Quando o chão em frente ao homem começou a se abrir, Marcos não acreditava nos seus olhos. O homem com a escopeta parecia apavorado e aparentemente havia iniciado uma oração. O chão continuava a se abrir e ele não conseguia mover os pés que, lentamente, começaram a, literalmente, ser tragados terra adentro, por mãos invisíveis:
- AAAAAHHH Pai nosso que estais no céu...
O sujeito do bar, pegou a garrafa de vodka, quebrou-a no balcão e caminhou lentamente na direção do homem:
- Cala essa boa, imbecil... Você acha que tem alguma moral pra falar o nome do seu deus assim? Não conhece os “mandamentos”?
- P-p-p-por favor, n-não faça...
Enfiou a garrafa quebrada boca adentro do mascarado. O sangue jorrava pela máscara, enquanto ele continuava:
- Você acaba de matar um homem... Será que “não matarás” não significa algo pra você?
E o homem continuava a berrar enquanto tirava a máscara e revelava uma face tatuada com uma cruz estilizada e seu maxilar inferior solto, banhado em sangue fresco. A terra continuou tragando-o até que, na altura da genitália esta se fechou, cortando-o ao meio.
Marcos assistia a tudo aquilo, horrorizado. As outras pessoas ainda estavam petrificadas, como que enfeitiçadas por alguma coisa:
- Merda, vou ter que beber em outro lugar...
Voltou ao banco, pegou o casaco e foi para a porta do bar, passando sobre o meio-corpo jogado no chão. Saiu do bar e após alguns segundos voltou:
- E você? Vai ficar aí ou vai vir comigo?

Será o Marcos?
- A garrafa...
- Tá bom, mas se ficar bêbado ninguém aqui vai te levar pra casa.
Pôs-se a beber, pensando no que acontecera:
- Você ta fedendo, guri...
Ouviu isso do sujeito ao seu lado, mas não o conhecia. Ele poderia estar falando com outra pessoa, afinal, o bar estava cheio. Continuou com a vodka:
- Não é todo dia que surge alguém cheirando a sangue e tripas... Aliás, tem cérebro no teu sapato...
- Tá falando com quem, amigo?
- Tô falando contigo e não sou teu amigo... – continuou o sujeito, com ar de superioridade. Ele tinha uma aparência esguia e muito atraente, mesmo para um homem. Bebia uma cerveja irlandesa, enquanto bebericava um conhaque. Mas, como ele poderia saber? Tantos cheiros, tudo escuro... Como encarar isso?:
- Você ta enganado...
- Sim, e você não ta morto.
- O que você quer de mim?
- Nada, só puxar papo... Não é sempre encontro um morto-vivo ensangüentado tomando uma garrafa de vodka.
- C-como assim? Você é maluco?
- Bem, se tu não ta afim de conversar...
- Mas como você sabe?
- É difícil de explicar, mas eu sei várias coisas...
- E tu sabe como isso acontece?
- Sei o trivial... Asteróide estranho bate na Terra, lixo tóxico do exército, macaco das florestas da Nova Zelândia... Tu não sabe como ficou assim?
Aquela conversa alucinava a mente de Marcos cada vez mais. Acabara de levantar do túmulo, matar três pessoas e tinha encontrado o sujeito mais nonsense da face da Terra:
- Então ta, se não quer falar...
- N-não, calma aí... Eu ainda estou digerindo isso tudo. Cara, em menos de duas horas várias coisas bizarras aconteceram comigo... Puta que pariu... – levou a mão a cabeça e tomou uma golada de vodka:
- Ah, eu sei como..... BLAM!!!
Subitamente, irrompe porta adentro um homem forte, com uma cruz de metal pendurada no pescoço, uma máscara de esqui e uma escopeta calibre 12:
- Onde está ele??? Onde está a cria de Satã???
O barman, imediatamente, sacou de uma pistola sob o balcão e atirou contra o homem. O tiro atravessou-lhe o braço direito e fazendo-o recuar dois passos. Porém, isso não o fez parar e disparou no barman, espalhando sua cabeça por todo o bar:
- ONDE ESTÁ VOCÊ, DEMÔNIO!!!
“Meu Deus!!” – pensou Marcos – “Será que sou eu?!?! O que eu vou fazer!!!???”:
- Ah, por favor, até aqui??? – o sujeito que estava ao seu lado, levantou-se e partiu em direção do atacante:
- Vá se foder, desgraçado!!! Você e sua religião maldita!!! Você quer demônios? Que tal esse?
Nenhum movimento foi feito. O tempo parecia parado. As pessoas dentro do bar estavam completamente atônitas, somente Marcos parecia se mover. Quando o chão em frente ao homem começou a se abrir, Marcos não acreditava nos seus olhos. O homem com a escopeta parecia apavorado e aparentemente havia iniciado uma oração. O chão continuava a se abrir e ele não conseguia mover os pés que, lentamente, começaram a, literalmente, ser tragados terra adentro, por mãos invisíveis:
- AAAAAHHH Pai nosso que estais no céu...
O sujeito do bar, pegou a garrafa de vodka, quebrou-a no balcão e caminhou lentamente na direção do homem:
- Cala essa boa, imbecil... Você acha que tem alguma moral pra falar o nome do seu deus assim? Não conhece os “mandamentos”?
- P-p-p-por favor, n-não faça...
Enfiou a garrafa quebrada boca adentro do mascarado. O sangue jorrava pela máscara, enquanto ele continuava:
- Você acaba de matar um homem... Será que “não matarás” não significa algo pra você?
E o homem continuava a berrar enquanto tirava a máscara e revelava uma face tatuada com uma cruz estilizada e seu maxilar inferior solto, banhado em sangue fresco. A terra continuou tragando-o até que, na altura da genitália esta se fechou, cortando-o ao meio.
Marcos assistia a tudo aquilo, horrorizado. As outras pessoas ainda estavam petrificadas, como que enfeitiçadas por alguma coisa:
- Merda, vou ter que beber em outro lugar...
Voltou ao banco, pegou o casaco e foi para a porta do bar, passando sobre o meio-corpo jogado no chão. Saiu do bar e após alguns segundos voltou:
- E você? Vai ficar aí ou vai vir comigo?
Será o Marcos?
13 janeiro, 2007
Devaneios...
Zombando da atmosfera eu salto. Me lanço em direção ao espaço ficando uno com o ar que me cerca, cavalgando pelos ventos, enquanto lâminas cortantes de vapor d’água invisível cortam meu rosto. A sensação é extasiante e, depois de alguns segundos, vislumbro que o salto se tornou um vôo conciso e constante. Navegando pelos ventos uivantes (usando metade de um título de um livro antigo) sinto-me livre de todo grilhão imposto na juventude. A visão do mundo abaixo de mim diz que o comando me pertence e que nada pode me deter na busca pela verdade adquirida por cada ser humano presente na face da Terra. Continuo a voar, enquanto sobrevôo bairros conhecidos, casas de namoradas, de amigos, pontes, rios... Cada vez mais me aproximo do Sol. O grande astro, o Rei!!! A força vem dele, a divindade faz parte dele. A claridade aumenta a medida que me aproximo. Me lembro das aulas de ciências, onde os professores diziam que o sol ficava a muitos anos luz de distância. Subo, e continuo subindo, quando uma dor lancinante toma meu corpo. A queda é inevitável e minha mente se descontrola. Todos os anos de histórias em quadrinhos não me ajudam, pois a dor aumenta gradativamente e a preocupação com a aproximação do solo se agrava. AH, MEU DEUS!!!
Acordo com luzes... Três, para ser mais preciso... Pergunto o que está acontecendo, mas de minha boca surge apenas um misto de saliva e sangue. Alguém limpa meu rosto e sinto um corpo estranho que percorre meu interior, desde a glote até o pulmão. A conversa gira em torno de uma casa de praia que precisa de reformas e mesmo assim foi uma pechincha. Alguém fala algo que não identifico e várias pessoas olham nos meus olhos.
Volto pro mundo real!? Talvez. Não sei mais o que é válido. A fome de viver é enorme e eu grito. Grito como um felino acuado e ferido, temendo pela vida. Alço vôo novamente. A aceleração se torna uma constante estranha. Temendo pela velocidade da luz, controlo-a e resisto a esses impulsos. A luz se aproxima e ainda não compreendo o sentido da situação. O que fazer? Serei eu onipotente aqui? Perguntas filosóficas surgem, vêm e vão como cerveja no estômago de um alcoólico. Maldita luz!!! Tento de afastar, mas ela me suga, como uma buraco negro...
1...2...3.. tzzzzzzz... Afffff.... Três luzes, muitos olhos... O QUE ESTÁ HAVENDO??? Mais sangue e pus. O alívio é quase palpável. Ouço algo a respeito de um acidente e de um político. Felicidades, presentes, melhoria de vida... Outrem irrompe o recito... BLAM, BLAM, BLAM, BLAM... mmmmfmfmfffff mmmmffffm mffffff....
-Tá me ouvindo agora, filho da puta!!! Você matou meu filho e mais 15 pessoas num ponto de ônibus... Todas mortas, porque o serviço público de saúde não consegue salvar ninguém, enquanto você está aqui, sendo salvo por estes 5 médicos. Vai pro inferno!!! BLAM... BLAM...
Acordo com luzes... Três, para ser mais preciso... Pergunto o que está acontecendo, mas de minha boca surge apenas um misto de saliva e sangue. Alguém limpa meu rosto e sinto um corpo estranho que percorre meu interior, desde a glote até o pulmão. A conversa gira em torno de uma casa de praia que precisa de reformas e mesmo assim foi uma pechincha. Alguém fala algo que não identifico e várias pessoas olham nos meus olhos.
Volto pro mundo real!? Talvez. Não sei mais o que é válido. A fome de viver é enorme e eu grito. Grito como um felino acuado e ferido, temendo pela vida. Alço vôo novamente. A aceleração se torna uma constante estranha. Temendo pela velocidade da luz, controlo-a e resisto a esses impulsos. A luz se aproxima e ainda não compreendo o sentido da situação. O que fazer? Serei eu onipotente aqui? Perguntas filosóficas surgem, vêm e vão como cerveja no estômago de um alcoólico. Maldita luz!!! Tento de afastar, mas ela me suga, como uma buraco negro...
1...2...3.. tzzzzzzz... Afffff.... Três luzes, muitos olhos... O QUE ESTÁ HAVENDO??? Mais sangue e pus. O alívio é quase palpável. Ouço algo a respeito de um acidente e de um político. Felicidades, presentes, melhoria de vida... Outrem irrompe o recito... BLAM, BLAM, BLAM, BLAM... mmmmfmfmfffff mmmmffffm mffffff....
-Tá me ouvindo agora, filho da puta!!! Você matou meu filho e mais 15 pessoas num ponto de ônibus... Todas mortas, porque o serviço público de saúde não consegue salvar ninguém, enquanto você está aqui, sendo salvo por estes 5 médicos. Vai pro inferno!!! BLAM... BLAM...
08 janeiro, 2007
Cicareca e o Bambu
Era uma vez uma menininha sapeca, que só queria ficar famosa, aparecer na televisão e fazer sucesso. Ela tentou ser modelo “no estrangeiro”, com pouco sucesso, afinal era apenas mais uma numa multidão anoréxica ambulante. A boquinha pequena se sobressaía, mostrando que além de bonitinha, ela poderia “praticar felação???”... que nada, poderia pagar um boquetão show de bola pra qualquer um.
Isso não a satisfez... Era muito pouco... Precisava de mais e mais significava se misturar com algo que nunca sai de moda... Que tal futebol? E foi o que fez. Arrumou um namoro com um dos mais badalados, daqueles com dentes grandes e cara de idiota. Engravidou? O Fulano não entendia, pois ainda não tinha metido, mas mesmo assim levou numa boa. CASOU!!! O evento do ano, imbecis de plantão ficavam encantados com a cerimônia enquanto a menininha expulsava de sua festa uma ex do Fulano de Tal da Silva (que depois da expulsão foi cinco vezes mais procurada pelas agências de anoré... digo agências de modelo).
De repente, o fim do casamento... Fulano de Tal tava comendo outra num motel pertinho de casa (lembra que a menininha não dava pra ele?) e esse foi a derradeira canção do “viveram felizes para sempre”. Mas isso não era problema, pois a menininha, agora totalmente exposta a mídia, tinha 1001 contratos e ainda apresentava um programa na EMETEVÊ. Foi quando aconteceu o “inacontecível”. Numa de suas festinhas, regadas a dobradinha, feijoada, farinha e brê, a menininha saiu com o namoradinho novo e foi “perder???” a virgindade numa praia, dentro d’água, com um namoradinho novo. Depois de muita tchaca tchaca na butchaca e “me fode, fdp” os dois voltaram para os outros “farinhentos”, como se nada tivesse acontecido (a não ser pelo creme rinse no cabelo dela).
Outro dia se vai, mais um dia procurando pornografia na internet, a menininha assiste um vídeo legal, onde um casal transa gostoso nas águas deslizantes de uma praia européia. “Olha só que burros, nem sabiam que estavam sendo gravados...” e chama o namoradinho pra ver. Esse, com uns 3 ou 4 neurônios a mais, nota as semelhanças e percebe que são eles mesmo, no dia da farinha...
Puta da vida (pela primeira vez puta por esse motivo) resolveu “entrar na justiça”, como qualquer brasileiro. A justiça brasileira (como não tem nada melhor pra fazer) resolveu cortar o mal pela raiz e inibir o acesso dos internautas brasileiros ao site onde estava hospedado o vídeo comprometedor.
Era uma vez uma menininha sapeca, que só queria fazer sucesso e FODEU com o acesso de muita gente num ambiente que até esse “processo?” era o único onde todos tinham liberdade de ir e vir...
FIM
Ah sim... E o bambu? ENFIA NO CU DE TODO O MUNDO QUE BABA O OVO DESSA FILHA DA PUTA!!!
Boicotando a cadela!!! Clica aqui ou eu te mato com o mangual!!!
Isso não a satisfez... Era muito pouco... Precisava de mais e mais significava se misturar com algo que nunca sai de moda... Que tal futebol? E foi o que fez. Arrumou um namoro com um dos mais badalados, daqueles com dentes grandes e cara de idiota. Engravidou? O Fulano não entendia, pois ainda não tinha metido, mas mesmo assim levou numa boa. CASOU!!! O evento do ano, imbecis de plantão ficavam encantados com a cerimônia enquanto a menininha expulsava de sua festa uma ex do Fulano de Tal da Silva (que depois da expulsão foi cinco vezes mais procurada pelas agências de anoré... digo agências de modelo).
De repente, o fim do casamento... Fulano de Tal tava comendo outra num motel pertinho de casa (lembra que a menininha não dava pra ele?) e esse foi a derradeira canção do “viveram felizes para sempre”. Mas isso não era problema, pois a menininha, agora totalmente exposta a mídia, tinha 1001 contratos e ainda apresentava um programa na EMETEVÊ. Foi quando aconteceu o “inacontecível”. Numa de suas festinhas, regadas a dobradinha, feijoada, farinha e brê, a menininha saiu com o namoradinho novo e foi “perder???” a virgindade numa praia, dentro d’água, com um namoradinho novo. Depois de muita tchaca tchaca na butchaca e “me fode, fdp” os dois voltaram para os outros “farinhentos”, como se nada tivesse acontecido (a não ser pelo creme rinse no cabelo dela).
Outro dia se vai, mais um dia procurando pornografia na internet, a menininha assiste um vídeo legal, onde um casal transa gostoso nas águas deslizantes de uma praia européia. “Olha só que burros, nem sabiam que estavam sendo gravados...” e chama o namoradinho pra ver. Esse, com uns 3 ou 4 neurônios a mais, nota as semelhanças e percebe que são eles mesmo, no dia da farinha...
Puta da vida (pela primeira vez puta por esse motivo) resolveu “entrar na justiça”, como qualquer brasileiro. A justiça brasileira (como não tem nada melhor pra fazer) resolveu cortar o mal pela raiz e inibir o acesso dos internautas brasileiros ao site onde estava hospedado o vídeo comprometedor.
Era uma vez uma menininha sapeca, que só queria fazer sucesso e FODEU com o acesso de muita gente num ambiente que até esse “processo?” era o único onde todos tinham liberdade de ir e vir...
FIM
Ah sim... E o bambu? ENFIA NO CU DE TODO O MUNDO QUE BABA O OVO DESSA FILHA DA PUTA!!!
Boicotando a cadela!!! Clica aqui ou eu te mato com o mangual!!!
22 dezembro, 2006
Feliz Natal para todos.
12 dezembro, 2006
Eu, zumbi... ou Leia essa MERDA!!! - 3ª parte
Marcos não sabia se corria ou se aproximava de Maine. Olhos arregalados, expressão de completo pavor e um grito mudo que assustou as duas outras garotas que estavam com ela. Foram longos 10 segundos, até dar um passo em direção a ela e o grito mudo se tornar um berro digno de uma groupie. Nesse momento, todas as pessoas que estavam em frente ao bar deixaram de fazer o que faziam e fitaram Maine, enquanto essa se afastava, com passos curtos:
- Que porra é essa aqui???
Do meio da multidão apareceu o Mauro, que naquela ocasião namorava Maine. Marcos e Mauro sempre a disputaram. Mauro sempre fora imbecil, desde a escola, sempre usando de artifícios fúteis e Marcos se safava usando a cabeça, muitas vezes contra alguma parede, até um dia que trocaram socos, Mauro desmaiou, Marcos perdeu três dentes e nunca mais fora incomodado... Até se relacionar com Maine. O moleque irritante se tornou um brutamontes adepto do jiu-jitsu e Marcos continuou com o lema sexo-drogas-rock’n roll.
Junto com ele estavam seus “amiguinhos de tatame”... A única reação de Maine foi apontar o dedo para Marcos. A expressão de Mauro foi um misto de surpresa e raiva:
- Ah, filho da puta!!! – e pôs-se a correr atrás de Marcos, seguido pela tropa.
Qual seria sua reação? Pois é, exatamente. Ele fugiu, o mais rápido que podia. Descobriu que fôlego era coisa do passado e correu em direção a uma rua escura próxima, para chegar logo no lugar de mais movimento, onde os idiotas não o pegariam e seria fácil escapar. Ledo engano... Não pela história do fôlego ou pela rua escura, mas pelo lance da facilidade. Uma náusea sufocante tomou conta dele e o fez tropeçar, cair e vomitar mais algodão e pus, dando tempo da gangue se aproximar...
Foram vários chutes, as dores eram menores, mas não menos humilhantes. De repente eles pararam:
- Quer saber, tem que ser um de cada vez! Dudu, pega esse babaca e esfola ele! – foi a ordem do chefão.
Eduardo era um antigo amigo de Marcos. Os dois colecionaram gibis na mesma época, mas a necessidade de ser visto e uma briga idiota o levaram pro outro lado. Ele se agachou e resolveu socar a cabeça de Marcos:
- Eu te avisei pra ficar longe...
E socou... Uma, duas, três, quatro:
- Pára cara, por favor...
Cinco, seis, sete, oito... Marcos segurou Eduardo pelo braço:
- Eu disse pra parar... – enquanto secretava um líquido desconhecido de seus ferimentos. A força era enorme, mas o esforço era pequeno. Cravou mais os dedos no braço do idiota:
- Ah, me larga, tá machucando!!!
- Machucando??? MACHUCANDO!!!
Forçou o braço contra o próprio rosto do atacante. Pôde-se ouvir um crack agudo e o antebraço se partiu em dois, rasgando a pele e ficando semi-exposto. Marcos soltou o antigo amigo e este caiu para trás, urrando de dor. “Que coisa!!!”, foi a única coisa que pensou. Aquilo era impossível e animalesco, mas ele gostava.
Os dois outros idiotas, além do idiota-mor, partiram pra cima dele. Com um ele descobriu que carne humana fresca era terrível, arrancando-lhe um naco de sua garganta, por onde espirrava tanto sangue que provavelmente atingira uma veia das grandes. O outro teve o crânio esmagado contra o chão, perfurando seu cérebro com os cacos de osso espalhados pela testa:
- SEU DEMENTE DESGRAÇADO!!! Vou terminar o que comecei...
Essas palavras ativaram o maior deja vu já sentido por um morto-vivo na face da Terra. “Terminar o que comecei”... Sua morte era algo que Marcos ainda não tinha parado pra pensar. Não tinha nenhum problema de saúde grave e não se metia com traficantes e afins. Trabalhava e estudava como qualquer jovem e não tinha inimigos, exceto Mauro. Sua última lembrança estava embaçada até aquele momento... “Terminar o que comecei...comecei...comecei...”. O que aparentemente seria uma conversa foi uma armadilha. Mauro ligou para Marcos, para que os dois pudessem conversar sobre Maine. Conversa amigável, sem violência desnecessária. Marcos era um crente por natureza. Mesmo tendo certo ódio da humanidade ainda acreditava nos seres humanos e esse fora seu último erro. Marcaram numa praça conhecida dos dois, num bairro um pouco distante, porém perto da casa do Mauro. Marcos chegou, esperou, até avistar Mauro se aproximando. Pôs as mãos nos bolsos, abaixou a cabeça... Quando levantou, uma arma estava apontada para ele... Tirou as mãos dos bolsos apenas em tempo de ouvir dois tiros e a frase:
- Toma, animal... Mandei ficar longe dela...
A cena se repetia agora! Uma arma apontada, um lugar escuro, uma frase mal formada. Ouviu-se o primeiro tiro, uma bala no ombro e Marcos levantou completamente:
- Mas como???
E apertou o gatilho mais duas, três vezes, enquanto Marcos se aproximava! Descarregou toda a arma em Marcos e esse só andava em sua direção, coberto de sangue e com uma expressão tão insana a ponto de dar inveja a Dr. Lecter! Ficaram cara a cara! Mauro babava de pavor e deixou a arma cair:
- O q-que é v-v-você?
- Eu sou aquele que veio pra se vingar, seu verme filho de uma puta...
Essa frase, digna de um terror macarrônico, foi seguida por um golpe no abdômen de Mauro. A força era tanta que, com os dedos perfurou, a barriga do infeliz:
- Veja se gosta disso?
E rasgou a carne de Mauro como quem rasga uma folha de cartolina. Os intestinos saltaram para fora e Mauro, apavorado, tentava segurá-los dentro de si. Marcos riu, lembrando-se de uma antiga história do Hulk, quando este enfrentou Speedfreek e teve que fazer o mesmo. Só que o Hulk tem fator de cura... Mauro não... Não demorou muito até cair quase desfalecido:
- Essa é pra tua mãe não te reconhecer...
Marcos foi enterrado com suas botinas favoritas. Agora a sola direita descansava dentro do crânio de Mauro. Olhou em volta e viu Eduardo chorando, encostado numa parede. Marcos se aproximou e agachou:
- Me avisou pra ficar longe? Éramos amigos e olha o que nos tornamos... Levanta e some daqui... – e pôs-se de pé.
Eduardo obedeceu e saiu correndo, apavorado.
Aquilo tudo fora impressionante e aterrorizador, mas ele adorara... Estava ficando louco? Não queria pensar nisso, ouviu as sirenes da polícia. Não devia perder tempo, roubou as carteiras, um casaco limpo e fugiu...
- Que porra é essa aqui???
Do meio da multidão apareceu o Mauro, que naquela ocasião namorava Maine. Marcos e Mauro sempre a disputaram. Mauro sempre fora imbecil, desde a escola, sempre usando de artifícios fúteis e Marcos se safava usando a cabeça, muitas vezes contra alguma parede, até um dia que trocaram socos, Mauro desmaiou, Marcos perdeu três dentes e nunca mais fora incomodado... Até se relacionar com Maine. O moleque irritante se tornou um brutamontes adepto do jiu-jitsu e Marcos continuou com o lema sexo-drogas-rock’n roll.
Junto com ele estavam seus “amiguinhos de tatame”... A única reação de Maine foi apontar o dedo para Marcos. A expressão de Mauro foi um misto de surpresa e raiva:
- Ah, filho da puta!!! – e pôs-se a correr atrás de Marcos, seguido pela tropa.
Qual seria sua reação? Pois é, exatamente. Ele fugiu, o mais rápido que podia. Descobriu que fôlego era coisa do passado e correu em direção a uma rua escura próxima, para chegar logo no lugar de mais movimento, onde os idiotas não o pegariam e seria fácil escapar. Ledo engano... Não pela história do fôlego ou pela rua escura, mas pelo lance da facilidade. Uma náusea sufocante tomou conta dele e o fez tropeçar, cair e vomitar mais algodão e pus, dando tempo da gangue se aproximar...
Foram vários chutes, as dores eram menores, mas não menos humilhantes. De repente eles pararam:
- Quer saber, tem que ser um de cada vez! Dudu, pega esse babaca e esfola ele! – foi a ordem do chefão.
Eduardo era um antigo amigo de Marcos. Os dois colecionaram gibis na mesma época, mas a necessidade de ser visto e uma briga idiota o levaram pro outro lado. Ele se agachou e resolveu socar a cabeça de Marcos:
- Eu te avisei pra ficar longe...
E socou... Uma, duas, três, quatro:
- Pára cara, por favor...
Cinco, seis, sete, oito... Marcos segurou Eduardo pelo braço:
- Eu disse pra parar... – enquanto secretava um líquido desconhecido de seus ferimentos. A força era enorme, mas o esforço era pequeno. Cravou mais os dedos no braço do idiota:
- Ah, me larga, tá machucando!!!
- Machucando??? MACHUCANDO!!!
Forçou o braço contra o próprio rosto do atacante. Pôde-se ouvir um crack agudo e o antebraço se partiu em dois, rasgando a pele e ficando semi-exposto. Marcos soltou o antigo amigo e este caiu para trás, urrando de dor. “Que coisa!!!”, foi a única coisa que pensou. Aquilo era impossível e animalesco, mas ele gostava.
Os dois outros idiotas, além do idiota-mor, partiram pra cima dele. Com um ele descobriu que carne humana fresca era terrível, arrancando-lhe um naco de sua garganta, por onde espirrava tanto sangue que provavelmente atingira uma veia das grandes. O outro teve o crânio esmagado contra o chão, perfurando seu cérebro com os cacos de osso espalhados pela testa:
- SEU DEMENTE DESGRAÇADO!!! Vou terminar o que comecei...
Essas palavras ativaram o maior deja vu já sentido por um morto-vivo na face da Terra. “Terminar o que comecei”... Sua morte era algo que Marcos ainda não tinha parado pra pensar. Não tinha nenhum problema de saúde grave e não se metia com traficantes e afins. Trabalhava e estudava como qualquer jovem e não tinha inimigos, exceto Mauro. Sua última lembrança estava embaçada até aquele momento... “Terminar o que comecei...comecei...comecei...”. O que aparentemente seria uma conversa foi uma armadilha. Mauro ligou para Marcos, para que os dois pudessem conversar sobre Maine. Conversa amigável, sem violência desnecessária. Marcos era um crente por natureza. Mesmo tendo certo ódio da humanidade ainda acreditava nos seres humanos e esse fora seu último erro. Marcaram numa praça conhecida dos dois, num bairro um pouco distante, porém perto da casa do Mauro. Marcos chegou, esperou, até avistar Mauro se aproximando. Pôs as mãos nos bolsos, abaixou a cabeça... Quando levantou, uma arma estava apontada para ele... Tirou as mãos dos bolsos apenas em tempo de ouvir dois tiros e a frase:
- Toma, animal... Mandei ficar longe dela...
A cena se repetia agora! Uma arma apontada, um lugar escuro, uma frase mal formada. Ouviu-se o primeiro tiro, uma bala no ombro e Marcos levantou completamente:
- Mas como???
E apertou o gatilho mais duas, três vezes, enquanto Marcos se aproximava! Descarregou toda a arma em Marcos e esse só andava em sua direção, coberto de sangue e com uma expressão tão insana a ponto de dar inveja a Dr. Lecter! Ficaram cara a cara! Mauro babava de pavor e deixou a arma cair:
- O q-que é v-v-você?
- Eu sou aquele que veio pra se vingar, seu verme filho de uma puta...
Essa frase, digna de um terror macarrônico, foi seguida por um golpe no abdômen de Mauro. A força era tanta que, com os dedos perfurou, a barriga do infeliz:
- Veja se gosta disso?
E rasgou a carne de Mauro como quem rasga uma folha de cartolina. Os intestinos saltaram para fora e Mauro, apavorado, tentava segurá-los dentro de si. Marcos riu, lembrando-se de uma antiga história do Hulk, quando este enfrentou Speedfreek e teve que fazer o mesmo. Só que o Hulk tem fator de cura... Mauro não... Não demorou muito até cair quase desfalecido:
- Essa é pra tua mãe não te reconhecer...
Marcos foi enterrado com suas botinas favoritas. Agora a sola direita descansava dentro do crânio de Mauro. Olhou em volta e viu Eduardo chorando, encostado numa parede. Marcos se aproximou e agachou:
- Me avisou pra ficar longe? Éramos amigos e olha o que nos tornamos... Levanta e some daqui... – e pôs-se de pé.
Eduardo obedeceu e saiu correndo, apavorado.
Aquilo tudo fora impressionante e aterrorizador, mas ele adorara... Estava ficando louco? Não queria pensar nisso, ouviu as sirenes da polícia. Não devia perder tempo, roubou as carteiras, um casaco limpo e fugiu...
10 dezembro, 2006
A Busca - 1ª parte
Próximo de Sharra, além das montanhas Trigar, ficava a floresta Brigurn. Sharra era a última estância antes de atravessar toda a floresta. Os heróis passavam por ela e o respeito era sempre demonstrado pelos habitantes ante a realeza do Imperador Baltek e a imponência clerical de Moisés. A religião selimônica (de Selimon, deus da paz e do amor) era, atualmente, mais difundida que o cristianismo, arrebatando vários adeptos pelo teor de bondade sempre presente nos seus sacerdotes, e Moisés foi seu principal mentor, espalhando-a por todo o continente e se estabilizando em Tetris, onde fundou a central religiosa mais poderosa do planeta. Baltek, lembrado com respeito pelos amigos e não lembrado pelos inimigos, todos mortos. “Paz pela Guerra”, é seu lema. Sempre empunhando a Kil-havokar, a espada sagrada de Telak, deus da coragem, transformou um bando de cidades corruptas no país mais organizado e desenvolvido de toda Yrth. Por onde passava com suas legiões, dominava os inimigos, protegia os aliados e anexava o território. Quando as regiões em volta se deram conta, já havia um novo Estado soberano, Telakia, e a única mensagem do novo imperador foi “Aliados, respeito. Inimigos, MORTE.”. Além dos dois ainda pertenciam ao grupo o elfo Simon Van Helmont e Reginald Butterhold, mais conhecido como Reggie Butcher. Reggie era no momento Capitão de Honra da guarda de Tetris e treinador dos Kobolds de Tetris, o time melhor colocado na liga mundial de rúgbi. Sendo os seres humanos as criaturas inteligentes menos longevas de Yrth, a aposentadoria como Capitão da Guarda veio naturalmente, não antes de defender o reino nas Guerras Triônicas, matando, com as próprias mãos, o poderoso Balthus Bone, imperador insano de Trion. Simon, sacerdote-mor de Palier, protetor das florestas, em sua última jornada espiritual, alcançou o plano etéreo, tornando-se uno com Palier, alcançando o espírito de Gaia, iniciando sua busca logo após tal acontecimento.
Ao chegar a cidade, se encaminharam para Dragão Brigurn, a maior taverna da cidade e o melhor lugar para se conseguir informação.

Desenho antigo, mas mostra a turma 30 anos antes.
obs.: se alguém quiser saber mais a respeito dos heróis, deixa comentário aí...
Ao chegar a cidade, se encaminharam para Dragão Brigurn, a maior taverna da cidade e o melhor lugar para se conseguir informação.
Desenho antigo, mas mostra a turma 30 anos antes.
obs.: se alguém quiser saber mais a respeito dos heróis, deixa comentário aí...
Já que todo mundo está falando…
Percebi, depois de alguns e-mails recebidos e mensagens em blogs que leio, que o filme Turistas está dando o que falar. Sempre com tom de desaprovação, tem muita gente reclamando do fato do filme se passar no Brasil, mostrando uma coisa que pode “denegrir a imagem” do país. Bem, analisando a questão, se não existisse alguém com uma mente doentia o suficiente para escrever um roteiro de horror onde um bando de loucos matam pessoas sem o menor pingo de respeito, nunca teríamos pérolas do cinema, como Massacre da Serra Elétrica, Quadrilha de Sádicos e, mais recentemente, A Casa dos 1000 Corpos e Rejeitados pelo Diabo. Agora me digam uma coisa: Pessoas deixaram de visitar os EEUU por causa desses filmes??? Sim, porque todos eles se passam nos EEUU e mostram coisas monstruosamente violentas. Acham mesmo que alguém vai deixar de visitar o leste europeu por causa do filme O Albergue? Pela madrugada, tem tanta coisa que pode preencher essa parte que está sendo usada com essa preocupação idiota! Algum de vocês, que estão solicitando boicote ao filme, presta atenção no que ocorre em Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo? Algum de vocês já pensou numa forma de educar e ajudar as pessoas próximas a você, para que na próxima eleição seja possível um mínimo de consciência por parte do eleitorado menos favorecido? É burrice perder tempo com uma discussão dessas, não vai ser um filmezinho mixuruca (que é o que a maioria acha das produções de terror, não eu) que vai ser responsável pelo afastamento dos turistas do Brasil. Eles também têm TV e vêem o que acontece no Rio de Janeiro, onde uma Ministra do Diabo (não me interessa do que seja, odeio todos os juizes) foi assaltada na Linha Vermelha (ou será Amarela?). Já vivemos numa situação calamitosa. Sair é perigoso e olha que eu moro em Florianópolis, a Ilha da Magia (BBWWAAAHAHAHAHAHAHA!!!). Pra denegrir a imagem do Brasil não precisamos de um filme hollywoodiano mostrando uma das mais interessantes lendas urbanas já criadas depois do palhaço da Kombi branca... Basta olhar pra Brasília e ver que o maior colégio eleitoral nacional colocou em cadeiras do congresso o maior estelionatário do país e um apresentador de TV que a Rede TV dispensou....
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